Phelipe Ribeiro Veiga
3 de agosto de 2014
"Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço (...)" Livro de Jeremias 17:5
Ó tu que tens nas mãos, sob os diversos sentimentos que se renovam a cada página inda não lida. Não repares se a forma é apurada ou se a métrica foi talvez torcida, olhe somente a Vida nos meus versos que a Vida do meu verso - é a minha vida" (Vinícius de Moraes)
Hoje eu percebi um pelo branco no meu braço e lembrei de você. Pensei nos seus olhos infantis. Na sua gargalhada hipersônica. No seu sorriso...
Um comentário:
Achei tão lindo esse... Talvez confiar no outro seja um erro gigantesco, mas há no mundo quem só diga verdades a nosso respeito. Sobre espancar o espelho, uma vez você me mandou um texto escrito por você que se chamava a conquista do espelho, e eu juro que passei a me ver diferente depois dele. Ca estou eu, com mais defeitos do que a menina que você conheceu, mas me amando ainda mais. Acho que ele ainda serve para você, só leia essas palavras do teu eu do passado.
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