Ó tu que tens nas mãos, sob os diversos sentimentos que se renovam a cada página inda não lida. Não repares se a forma é apurada ou se a métrica foi talvez torcida, olhe somente a Vida nos meus versos que a Vida do meu verso - é a minha vida" (Vinícius de Moraes)
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Sobre os caminhos do amor.
O amor é um sonho, e cada fracasso é como o esforço de um parto de um filho já morto.
É como dar Vida à Morte.
É como não ter sido nada o que era tudo.
É como, depois de longa caminhada, descobrir que se caminhava longe para um lugar errado, é preciso voltar tudo, e redirecionar os pés que já estavam tão afoitos por o que se tomava como destino, é preciso admitir-se a perdição...
Mas quer saber? No fim, o que me conforta é, não importa o quão longe sigo num caminho errado, meus olhos não perdem nenhum detalhe, e por isso, vale sempre a paisagem!
Phelipe Ribeiro Veiga
08 de Junho de 2012 - 01:34
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Sobre as meninas de bicicletas.
Hoje passaram por mim duas meninas em bicicletas sem rodinhas. Me transporto instantaneamente àquele dia em que, pela primeira vez, eu, com ...
-
Hoje eu passei em frente àquele café e vi aquela mesma mesa ocupada por dois homens. Um diante do outro. Conversa grave tivemos ali. Pensava...
-
Meu coração submarino abissal Bioluminescente. Meu amor sonar pulsa A buscar saber se você ainda está ao meu alcance Meu amor sonar Você co...
-
Hoje eu percebi um pelo branco no meu braço e lembrei de você. Pensei nos seus olhos infantis. Na sua gargalhada hipersônica. No seu sorriso...
Nenhum comentário:
Postar um comentário